mila...

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menina sonhadora...

Uma nova mulher entra em cena..

Uma nova mulher entra em cena..
Novos sonhos... Novas realizações...

MIla MIla

montagem de fotos

BEM VINDO AO MEU BLOG....

A menina que cresceu e virou mulher, que deixou de acreditar em conto de fadas, que começou acreditar que só o amor vence as dificuldades e ultrapassa as barreiras mais difíceis da vida. Aquela que não gosta de amor impossível ou irreal, mas sim do amor que lhe fortalece e lhe dá ânimo para vencer a tristeza. A menina que erra bastante, às vezes acaba magoando pessoas que gosta muito e que não desiste dos seus ideais nem de seus sonhos...Não olhe para mim e tire conclusões precipitadas pela minha aparência ou pelo meu modo de pensar. Posso ser chata, enjoada, complicada, problemática, estressada ou patricinha algumas vezes, mas não se conhece uma pessoa pelo seu "jeitinho" ou por pouco tempo de amizade, porque a verdadeira amizade é aquela que tem um começo mas nunca um fim. Posso estar certa de que tenho inimigos, mas são eles que me fortalecem e me dão sucesso. A vida é cheia de barreiras para nós ultrapassarmos, mas o caminho que construir pela estrada da vida me deixa mais forte e...hoje posso me olhar no espelho e ver que não deixei rastros ruins por onde passei !!!Ah... e a diferença entre mim e a Cinderela ???É que meu encanto não acaba a meia noite!!!

segunda-feira, 21 de junho de 2010

quando a brincadeira acabar...


(Palávras da pastora e cantora Nádia Santolli)



Irão todos dançar ao som da minha música? Sonhar ao som da minha voz? Desejar um abraço meu?



Irão todos entender minha missão? Acreditar na minha pregação? Acreditar nos sonhos que recebi?



Haveria alguém no mundo capaz de não querer me ver? Alguém seria capaz de me rejeitar?



Quando eu era infantil eu me julgava perfeitamente aceitável.



Eu queria ser perfeita...



Desejava ser perfeita...



Precisava ser perfeita?



Quando eu era infantil, ignorava o roteiro, negava meu medo e fazia conforme meu jeito...'arriscadamente perfeito'.




Quando eu era infantil eu acreditava em tudo, me apaixonava por todos, me juntava fácil, me espalhava rápido, vestia qualquer disfarce e fugia...pra onde não fosse possível...me encontrar...




Mas, “graças a Deus”a gente cresce e todo aquele perfeito disfarce (de criança) se sujou, alguém limpou, e de tanto ser usado envelheceu,rasgou, acabou.




No mundo dos adultos a perfeição da criança já não faz a menor diferença e as marcas causadas pelas experiências vividas, por si mesmas, me darão de novo a chance de ser amado.



No mundo dos adultos, o meu olhar custa mais caro do que a minha maquiagem, mais do que as minhas máscaras, sejam elas quantas forem ou por quanto eu as tenha comprado ( que aliás já não valerão nada por não mais servirem pra alguém que cresceu).





Quando não se é mais criança, é fácil perceber que o que os outros pensam, sentem e falam a nosso respeito, é um problema deles e não nosso.





Depois que se cresce, é rápido entender que todos tem direito a própria opinião a respeito de algo ou alguém, e que, apesar disso, opiniões não são sentenças, não determinam quem sou, não determinam quem serei. Que a vida não acontece dentro de um tribunal onde estaremos sempre no lugar do réu que espera não ter seu futuro condenado pelo juiz mais próximo.




Mas isso só é compreendido depois que a infância cede seu lugar...





Então aprendo que não é todo mundo que consegue ver beleza em meu olhar ( alguns nem mesmo o notarão ), não é todo mundo que percebe a harmonia do meu som ( outros vão querer me ouvir desafinar ), não é todo mundo que chora ao me ouvir cantar ( alguém não verá motivo pra se emocionar )...mas que, a pensar disso tudo, isso tudo nem mesmo é necessário, tudo isso não me faz mais a mínima diferença.





Não são todos que irão me receber com alegria. Nem todos vão dançar ao som da minha melodia, não serão todos a me convidar pra sentar em suas rodas e cantar suas canções.



Mas os adultos não se preocupam com isso.



Os adultos simplesmente se concentram nas oportunidades quem têm pra amar, pra dar, pra semear e gerar um ambiente que lhes produza mais sementes pra poderem voltar e recomeçar... (a semear).



Por isso, adultos precisam estar perto de pessoas seguras e se afastar da insegurança dos que insistem em feri-los.



Depois que a infância passa ( e que bom que ela tem um dia pra acabar ), chega o tempo onde brincadeiras como 'esconde-esconde', 'faz de conta' e 'super-herói' já não fazem o menor sentido.



Onde ser perfeito não é mais o que na verdade importa.



Agora só o que importa é quem você na verdade é e em quem está se transformando dia a dia.



Quando a a brincadeira acabar, quem vai ligar? Quem vai se importar?



Só quem de verdade for capaz de amar!

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